IC4 – Modelo de Mapa Inter-Relacional – Exemplo Prático

Modelo de Mapa Inter-Relacional – Exemplo Prático Obra focal: A Vida Feliz (386 d.C.) – AgostinhoPeríodo: Cassicíaco (inicial) 1. ESTRUTURA DO MAPA (representação textual) Use círculos ou retângulos para os nós (obras) e setas ou linhas para as relações entre conceitos. Abaixo está a descrição dos elementos. Nós (obras incluídas no mapa) Nós Obra Ano Período A A Vida Feliz 386 Inicial B Confissões 397 Intermediário C A Trindade 399-419 Maduro D A Doutrina Cristã 397-426 Maduro E A Graça e o Livre-arbítrio 416 Antipelagiano F Retratações 426-427 Final (revisão) Arestas (relações entre as obras) Relação Direção Tipo Descrição A → B Direta Complementaridade A Vida Feliz trata da felicidade pela razão; Confissões aprofunda pela graça e interioridade. A → F Direta Correção Nas Retratações, Agostinho revisa A Vida Feliz e modera o otimismo racional, destacando a graça. B → C Direta Mútua determinação A interioridade e a memória (Confissões) fundamentam a teologia trinitária (A Trindade). C → D Bidirecional Complementaridade A Trindade desenvolve a doutrina de Deus; A Doutrina Cristã aplica à hermenêutica bíblica. D → E Direta Transformação A relação fé-razão em A Doutrina Cristãprepara o terreno para a ênfase na graça contra Pelágio. E → F Direta Interfusão Retratações reflete os escritos antipeligianos e confirma a centralidade da graça. F → A, B, C, D, E Reflexiva (setas múltiplas) Interfusão Retratações revisa todas as obras, mostrando o pensamento como rede não substancial. 2. REPRESENTAÇÃO VISUAL DESCRITIVA (para o aluno desenhar) Disposição sugerida: [F] Retratações (426-427) ↑ ↓ ↑ ↓ ↑ | | | | [A] Vida Feliz (386) → [B] Confissões (397) ↓ ↓ ↘→ [C] A Trindade (399-419) ←→ [D] A Doutrina Cristã (397-426) ↓ [E] Graça e Livre-arbítrio (416) Legenda das setas: → seta direta: influência ou complementaridade ↔ seta bidirecional: mútua determinação ↑ ↓ seta vertical com dupla ponta: interfusão (reflexão recíproca) ↘→ seta curva: transformação conceitual 3. INSTRUÇÕES PARA O ALUNO – COMO IDENTIFICAR AS RELAÇÕES a) Mútua determinação O que observar: Conceitos que aparecem em duas ou mais obras e se modificam mutuamente. Exemplo em A Vida Feliz: O conceito de “felicidade como posse de Deus” (A) é retomado nas Confissões (B) como “felicidade na graça e na interioridade”. Um não existe sem o outro; o sentido se completa na relação. Como desenhar: Use uma linha bidirecional (↔) entre os nós. b) Complementaridade O que observar: Pares de conceitos ou obras que parecem opostos, mas se co‑criam (fé/razão, graça/livre-arbítrio, interioridade/exterioridade). Exemplo em A Vida Feliz: Razão e autoridade são complementares. Na obra, Agostinho mostra que a autoridade prepara para a razão, e a razão confirma a autoridade. Como desenhar: Use uma seta dupla ou uma linha contínua com os dois sentidos, ou indique “complementar” na legenda. c) Interfusão (Rede de Joias de Indra) O que observar: O momento em que uma obra reflete todas as outras, e todas se refletem nela. Normalmente ocorre em obras de revisão ou síntese. Exemplo: As Retratações (F) é o nó central de interfusão. Agostinho revisita cada obra anterior (A a E) e mostra como cada uma contém as outras em potencial e como todas apontam para a verdade transcendente. Como desenhar: Use setas que partem de F para todas as outras e também setas de todas as outras para F (ou uma única linha circular envolvendo o conjunto). Pode-se usar um retângulo maior envolvendo F e linhas pontilhadas. 4. EXEMPLO DE PREENCHIMENTO DO MAPA (caso use tabela ou legenda) Obra 1 Obra 2 Tipo de relação Evidência textual (resumida) A Vida Feliz Confissões Complementaridade “Posse de Deus” (intelectual) → “Posse de Deus pela graça” (existencial) A Vida Feliz Retratações Interfusão (correção) “A razão pode levar à verdade” → “mas sempre com auxílio da graça” A Trindade A Doutrina Cristã Mútua determinação A imagem de Deus na alma fundamenta a interpretação alegórica das Escrituras 5. RECOMENDAÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DO MAPA Digital (recomendado para edição e compartilhamento): Use Miro, Draw.io, Lucidchart, ou até PowerPoint com formas e setas. Papel: Use folha A3, lápis de cor para diferenciar os tipos de relação, e post-its para os nós (facilita realocações). Atualização quinzenal: A cada nova obra lida, insira um novo nó e conecte-o aos anteriores, justificando a relação. Mapa final: Deve incluir todas as obras do projeto (A a F) e pelo menos três tipos de relação (mútua determinação, complementaridade, interfusão).

IC3 – Modelo de Fichamento de Obra – Exemplo Prático

Modelo De Fichamento De Obra – Exemplo Prático Aluno(a): (nome do aluno)Data do fichamento: (dd/mm/aaaa)Fase do projeto: Fase 1 (meses 1-2) 1. DADOS DA OBRA Título completo: A Vida Feliz (De Beata Vita) Autor: Santo Agostinho (Aurélio Agostinho de Hipona) Ano de composição: 386 d.C. (período de Cassicíaco) Edição utilizada: Tradução de Nair de Assis Oliveira. São Paulo: Paulus, 1999. (Patrística, 8) Período do autor: Início (pós-conversão, ainda sob forte influência neoplatônica) 2. PRINCIPAIS CONCEITOS Conceito Definição/ocorrência na obra Felicidade (beatitude) Posse perfeita de Deus; fim último do ser humano. Posse de Deus Não posse material, mas conhecimento e união intelectual/amorosa com a Verdade. Razão Instrumento humano que, bem dirigido, conduz a Deus. Autoridade Necessária para os que não podem seguir apenas pela razão; caminho complementar. Medida (modus) Virtude que evita extremos; condição para a vida feliz. 3. CITAÇÕES RELEVANTES (com página) “Feliz é aquele que possui Deus.” (p. 45) “A vida feliz é o perfeito conhecimento de Deus.” (p. 47) “A razão nos mostra que Deus é o sumo bem; a autoridade nos leva a crer nisso antes de compreendê-lo.” (p. 52) “Ninguém é feliz se não possui aquilo que ama e ama o que é verdadeiramente digno de amor.”(p. 60) “A medida da alma é a sabedoria; quem a ultrapassa cai na loucura, quem não a atinge cai na animalidade.” (p. 63) 4. RELAÇÃO COM OUTRAS OBRAS (princípio da mútua determinação) Com as Confissões (397 d.C.):Em A Vida Feliz, a felicidade ainda é buscada prioritariamente pela razão filosófica. Nas Confissões, Agostinho radicaliza: a felicidade só é possível pela graça e pela interioridade (confissão da fragilidade). Há uma mútua determinação: o conceito de “posse de Deus” amadurece de um saber intelectual para uma experiência relacional de amor e dependência. Com as Retratações (426-427 d.C.):Agostinho revisita A Vida Feliz e aponta que, embora correta, a obra poderia dar a impressão de que a razão humana basta para alcançar Deus. Ele corrige: a graça é indispensável. Isso mostra como a obra inicial dialoga e é transformada pela obra final, evidenciando o caráter não substancialista do pensamento agostiniano. Com A Graça e o Livre-arbítrio (416 d.C.):A tensão entre razão e autoridade em A Vida Feliz prenuncia a tensão entre livre-arbítrio e graça nas obras antipeligianas. A “medida” (modus) inicial transforma-se na dependência radical da graça. 5. APLICAÇÃO DE UM PRINCÍPIO DA REDE INTER-RELACIONAL Princípio escolhido: complementaridade (yin-yang) – os contrários coexistem e se transformam mutuamente. Aplicação à obra: Em A Vida Feliz, Agostinho apresenta razão e autoridade como dois caminhos para a verdade. À primeira vista, parecem opostos: um é interno e discursivo, o outro é externo e baseado na fé. No entanto, Agostinho os trata como complementares: A razão prepara para compreender o que a autoridade apresenta. A autoridade guia aqueles que ainda não podem usar plenamente a razão. No sábio perfeito, razão e autoridade coincidem, pois a verdade é una. Exemplo textual: “A autoridade requer fé, a razão requer entendimento. Mas a fé busca entender, e o entendimento confirma a fé.” (paráfrase da p. 54) Conclusão da aplicação: A complementaridade entre razão e autoridade em A Vida Feliz é uma rede em movimento dialógico que percorrerá toda a obra agostiniana (fé e razão, graça e livre-arbítrio). A Filosofia da Rede Inter-relacional permite ver que esses pares não são substâncias opostas, mas fluxos relacionais que se co-criam. 6. PERGUNTAS PARA O ORIENTADOR (para a reunião semanal) Como a “medida” (modus) em A Vida Feliz se relaciona com a doutrina da graça nas obras posteriores? Há continuidade ou ruptura? O princípio da complementaridade pode ser aplicado também à relação entre neoplatonismo e cristianismo nessa obra? Em que sentido as Retratações alteram a leitura de A Vida Feliz? Devemos considerar a obra inicial como “superada” ou como “fundamento em tensão”? 7. ESPAÇO PARA ANOTAÇÕES LIVRES (Use este espaço para registrar ideias emergentes, dúvidas, conexões inesperadas) Agostinho cita frequentemente os filósofos platônicos. Será que a “posse de Deus” aqui ainda é mais intelectual do que existencial? Comparar com Confissões VII. A figura de Cristo mal aparece. Isso muda radicalmente nas obras posteriores. Interessante como o diálogo termina com uma celebração (um banquete). A alegria já é um sinal da felicidade futura.

IC2 – Modelo de Fichamento de Obra

Modelo de Fichamento de Obra Aluno(a):Data do fichamento:Fase do projeto:   1. DADOS DA OBRA Título completo:Autor:Ano de composição:Edição utilizada:Período do autor:   2. PRINCIPAIS CONCEITOS (Listar conceitos e respectivas definições/ocorrências na obra)   3. CITAÇÕES RELEVANTES (Transcrever citações com indicação de página)   4. RELAÇÃO COM OUTRAS OBRAS (MÚTUA DETERMINAÇÃO) (Descrever como esta obra dialoga com obras anteriores e posteriores, identificando influências, transformações e correções)   5. APLICAÇÃO DE UM PRINCÍPIO DA REDE INTER-RELACIONAL Princípio escolhido:Aplicação à obra:Exemplo textual:Conclusão da aplicação:   6. PERGUNTAS PARA O ORIENTADOR (Registrar dúvidas, questões ou pontos a serem discutidos na orientação semanal)   7. ESPAÇO PARA ANOTAÇÕES LIVRES (Registrar ideias emergentes, conexões inesperadas, impressões pessoais)

IC1 – Roteiro de Iniciação Científica 

Roteiro de Iniciação Científica  Do projeto “O Caminho Gradual da Teologia nas Obras de Agostinho de Hipona: uma perspectiva da filosofia da teoria da rede inter-relacional” Referências normativas consideradas Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Art. 52, inciso VII (conforme Resolução CNE/CES 3/2010): institui os programas de iniciação científica como parte integrante da formação universitária. Portaria CNPq nº 2.539, de 17 de novembro de 2025: estabelece critérios e procedimentos para os Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq, incluindo os objetivos, a forma de concessão das bolsas e os direitos e deveres dos bolsistas. Resolução Normativa CNPq RN-28/2015, alterada pela Resolução CNPq nº 27/2026: define as normas gerais e específicas para as modalidades de bolsas individuais no País. Normas e procedimentos gerais para programas de iniciação científica (modelo adotado por instituições de ensino superior públicas e privadas): definem carga horária mínima de 20 horas semanais, duração de 12 meses, obrigatoriedade de entrega de relatórios, apresentação em evento científico, entre outros. 2. Roteiro da Iniciação Científica – 12 meses (20h/semana) Duração total: 12 meses, conforme padrão estabelecido pelo CNPq e pelo MEC para bolsas de iniciação científica (Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 6º). Carga horária semanal: 20 horas, obrigatórias e dedicadas exclusivamente às atividades do plano de trabalho, vedado o acúmulo com outra bolsa de pesquisa ou vínculo empregatício (Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 11; Resolução CNE/CES 3/2010, art. 52, VII). Requisitos do bolsista (conforme Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 10): Estar regularmente matriculado em curso de graduação reconhecido pelo MEC. Não possuir vínculo empregatício. Não acumular bolsas de IC com outras bolsas de pesquisa, exceto auxílios assistenciais e de permanência. Ter currículo Lattes atualizado. Apresentar termo de compromisso assinado com o orientador e a instituição. Requisitos do orientador (Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 12): Título de doutor, preferencialmente bolsista de produtividade (PQ ou DT) do CNPq. Cadastro ativo na Plataforma Lattes. Responsável pela seleção, orientação e acompanhamento do bolsista. Fase 1 – Preparação e leitura exploratória (meses 1–2) Meta: Apropriar-se do cronograma, da bibliografia e da metodologia. Iniciar a leitura cronológica das obras agostinianas. Atividades obrigatórias (base normativa): Assinar o termo de compromisso (Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 13). Criar e manter atualizado o currículo Lattes (Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 10, inciso III). Participar da reunião semanal de orientação (2h/semana), com registro formal de frequência e pauta. Roteiro detalhado: Semanas 1–2 (mês 1) Ler atentamente o projeto completo e as normativas do CNPq. Assistir à reunião de orientação inicial com o Prof. Plínio (aos sábados das 8h até as 10h). Organizar um caderno de pesquisa (físico ou digital) com seções: fichamento das obras, princípios da rede, mapas conceituais. Baixar/adquirir as edições indicadas (Paulus, 1995–2022). Ler o artigo e a tese de Tsai (2024; 2020) sobre a Teoria da Rede Inter-relacional. Semanas 3–4 (mês 1) Ler A Vida Feliz integralmente. Fazer um fichamento destacando: Definição de felicidade – a posse de Deus. Relação entre razão e autoridade. Presença neoplatônica. Identificar o primeiro par complementar: razão ↔ autoridade. Semanas 5–6 (mês 2) Ler as Confissões (livros I–IX). Fichar passagens sobre interioridade, tempo, memória e graça. Iniciar o mapa inter-relacional: colocar as obras como fluxos, desenhar setas de influência/diálogo. Registrar no diário: como a “felicidade” de A Vida Feliz se transforma em “salvação pela graça” nas Confissões. Semanas 7–8 (mês 2) Reunião de orientação para discutir os fichamentos e o mapa inicial. Aplicar o princípio da mútua determinação (comparar conceitos entre obras). Registrar no diário de pesquisa as primeiras relações entre as obras. Fase 2 – Fichamento e mapeamento conceitual com os princípios da rede (meses 3–4) Meta: Avançar para as obras do período maduro e aplicar os princípios da Filosofia da Teoria da Rede Inter-relacional. Atividades obrigatórias (base normativa): Manter o diário de pesquisa com registros diários de atividades e reflexões (exigência indireta do art. 11 da Portaria CNPq nº 2.539/2025, que determina o acompanhamento do desenvolvimento do plano de trabalho). Atualizar o mapa inter-relacional a cada duas semanas. Semanas 9–10 (mês 3) Ler A Doutrina Cristã (livros I–II). Fichar: Distinção entre uti (usar) e frui (gozar). Papel de Cristo como mediador. Complementaridade entre autoridade das Escrituras e exercício da razão. Semanas 11–12 (mês 3) Ler A Trindade (livros VIII–XV). Aplicar o princípio da complementaridade (yin-yang): Analisar pares conceituais (interioridade/exterioridade, conhecimento/amor) como complementares. Atualizar o mapa inter-relacional. Semanas 13–14 (mês 4) Reunião de orientação para validar a aplicação dos princípios. Escrever um relatório parcial (2–3 páginas) descrevendo: Evolução dos conceitos até o período maduro. Exemplo de aplicação da Teoria da Rede Inter-relacional. Iniciar a leitura de A Graça e o Livre-arbítrio. Semanas 15–16 (mês 4) Terminar A Graça e o Livre-arbítrio. Fichar a tensão entre graça e livre-arbítrio. Aplicar o princípio da mútua determinação: graça e livre-arbítrio como polos que se exigem mutuamente. Fase 3 – Análise sistemática das obras finais (meses 5–6) Meta: Estudar as Retratações e os escritos antipeligianos como ápice do percurso gradual e da “interfusão”. Atividades obrigatórias (base normativa): Garantir permanência mínima de 6 meses no mesmo projeto (exigência da maioria das normas institucionais, conforme art. 2.1.7.1 das Diretrizes da UFMG). Atualizar o mapa inter-relacional final. Semanas 17–18 (mês 5) Ler as Retratações integralmente. Registrar exemplos concretos de correções de Agostinho sobre sua própria obra. Aplicar o princípio da interfusão: mostrar como as Retratações revelam o pensamento agostiniano como processo, não como substância. Semanas 19–20 (mês 5) Revisitar obras anteriores à luz das Retratações. Aplicar o princípio das duas verdades (convencional/última). Discutir com o orientador como as Retratações exemplificam a “não‑substancialidade”. Semanas 21–22 (mês 6) Escrever um segundo relatório parcial (3–4 páginas) focado nas Retratações. Construir o mapa inter-relacional final destacando os fluxos (obras), os elementos (influências, correções, complementaridades) e as redes de transformação conceitual. Semanas 23–24 (mês 6) Reunião de orientação para fechar a fase analítica. Iniciar a estruturação do relatório final. Fase 4 – Elaboração do relatório parcial e integração da interpretação pela rede (meses 7–8) Meta: Produzir um texto consistente que descreva o percurso gradual e demonstre a aplicação da Teoria da Rede Inter-relacional. Atividades obrigatórias (base normativa): Preparar material para a Semana de Iniciação Científica (exigência comum das instituições, conforme Portaria CNPq nº 2.539/2025, art. 11, inciso I, e Diretrizes UFMG 2.1.7.3). Garantir que o relatório final seja entregue até 30 dias após o término da vigência da bolsa (Diretrizes UFMG 2.1.5). Semanas 25–28 (mês 7) Redigir as seções iniciais do relatório final: Introdução (contexto agostiniano e

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